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Testemunhar Jesus Cristo, fonte da nossa Esperança, luz da nossa vida, guia do nosso caminhar comum, acolhendo a presença amiga de Deus no meio de nós.

Bem-vindos

A nossa missão

Obrigado por visitarem a nossa paróquia online.

Esperamos que o nosso site consiga mostrar todas as atividades e informações do que está a acontecer na nossa paróquia. Sinta-se livre, para ler mais acerca da nossa paróquia neste site, ou venha visitar-nos sempre que queira. 

Orago de São Pedro.​

Acreditamos que as portas para a salvação estão sempre abertas para todos, assim como as portas da nossa igreja.

 

Um programa pastoral não pode ser outra coisa, senão a permanente disposição para revelar ao mundo o que somos, o que pensamos, o que queremos e o como nos propomos caminhar, principalmente, acolhendo no hoje da vida do Povo de Deus, que se quer comunitária, a presença transformadora de Cristo.

Ao fim de semana

Missa Vespertina:

Sábado: 19:30

Missas Dominicais:

Domingo: 08:00 e 11:00

Durante a Semana

Cartório:

Quarta: 15:00 ás 18:00 - 20:00

Sexta-feira: 18:00 ás 20:00

Missas Semanais:

Quarta e Sexta-feira: 07:30

Confissões:

No final da Eucaristia das 07:30.

22 - Ano C - IV Domingo da Quaresma.jpg
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Liturgia de Domingo
Ano C

30 DE MARÇO DE 2025

IV DOMINGO DA QUARESMA - Ano C

Leitura 1: Jos 5,9a.10-12

Salmo: “Saboreai e vede como o Senhor é bom." - Salmo 33(34)

Leitura 2: 2 Cor 5,17-21

Aclamação do Evangelho: "Vou partir, vou ter com meu pai e dizer-lhe:
Pai, pequei contra o Céu e contra ti." - Lc 15,18 

Evangelho: Lc 15,1-3.11-32

A liturgia de hoje convida-nos à descoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida de comunhão com Ele.
 

A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade.
 

A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
 

O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.

(Dehonianos)

PARA REFLETIR

• A primeira chamada de atenção vai para o amor do Pai: um amor que respeita absolutamente as decisões – mesmo absurdas – desse filho que abandona a casa paterna; um amor que está sempre lá, fiel e inquebrável, preparado para abraçar o filho que volta. Repare-se: mesmo antes de o filho falar e mostrar o seu arrependimento, o Pai manifesta-lhe o seu amor; é um amor que precede a conversão e que se manifesta antes da conversão. É num Deus que nos ama desta forma que somos chamados a confiar neste tempo de “metanoia”.

• Esta parábola alerta-nos também para o sem sentido e a frustração de uma vida vivida longe do amor do “Pai”, no egoísmo, no materialismo, na autossuficiência. Convida-nos a reconhecer que não é nos bens deste mundo, mas é na comunhão com o “Pai” que encontramos a felicidade, a serenidade e a paz.

• Esta parábola convida-nos, finalmente, a não nos deixarmos dominar pela lógica do que é “justo” aos olhos do mundo, mas pela “justiça de Deus”, que é misericórdia, compreensão, tolerância, amor. Com que critérios julgamos os nossos irmãos: com os critérios da justiça do mundo, ou com os critérios da misericórdia de Deus? A nossa comunidade é, verdadeiramente, o espaço onde se manifesta a misericórdia de Deus?
 

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