PARÓQUIA de S. PEDRO PARDILHÓ

Construir comunidade e anunciar Jesus Cristo,
caminho de fraternidade na escuta, na partilha
e no acolhimento entre todos.
Bem-vindos
A nossa missão
Obrigado por visitarem a nossa paróquia online.
Esperamos que o nosso site consiga mostrar todas as atividades e informações do que está a acontecer na nossa paróquia. Sinta-se livre, para ler mais acerca da nossa paróquia neste site, ou venha visitar-nos sempre que queira.
Orago de São Pedro.
Acreditamos que as portas para a salvação estão sempre abertas para todos, assim como as portas da nossa igreja.
Um programa pastoral não pode ser outra coisa, senão a permanente disposição para revelar ao mundo o que somos, o que pensamos, o que queremos e o como nos propomos caminhar, principalmente, acolhendo no hoje da vida do Povo de Deus, que se quer comunitária, a presença transformadora de Cristo.
Ao fim de semana
Missa Vespertina:
Sábado: 19:30
Missas Dominicais:
Domingo: 08:00 e 11:00
Durante a Semana
Cartório:
Terça: 15:00 ás 18:00
Quarta: 18:00 - 20:00
Sexta-feira: 18:00 ás 20:00
Missas Semanais:
Quarta e Sexta-feira: 07:30
Confissões:
No final da Eucaristia das 07:30.

Liturgia de Domingo
Ano C
01 DE FEVEREIRO DE 2026
IV DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano A
Leitura 1: Sof 2, 3; 3, 12-13
Salmo: “Felizes os pobres que o são no seu íntimo, porque deles é o reino dos céus." - Salmo 145 (146)
Leitura 2: 1 Cor 1, 26-31
Aclamação do Evangelho: "Alegrai-vos e exultai,
porque é grande nos Céus a vossa recompensa." - Mt 5, 12a
Evangelho: Mt 5,1-12
As leituras deste domingo propõem-nos uma reflexão sobre o "Reino" e a sua lógica. Mostram que o projeto de Deus - o projeto do "Reino" - roda em sentido contrário à lógica do mundo… Nos esquemas de Deus - ao contrário dos esquemas do mundo - são os pobres, os humildes, os que aceitaram despir-se do egoísmo, do orgulho, dos próprios interesses que são verdadeiramente felizes. O "Reino" é para eles.
Na primeira leitura, o profeta Sofonias denuncia o orgulho e a autossuficiência dos ricos e dos poderosos e convida o Povo de Deus a converter-se à pobreza. Os "pobres" são aqueles que se entregam nas mãos de Deus com humildade e confiança, que acolhem com amor as suas propostas e que são justos e solidários com os irmãos.
Na segunda leitura, Paulo denuncia a atitude daqueles que colocam a sua esperança e a sua segurança em pessoas ou em esquemas humanos e que assumem atitudes de orgulho e de autossuficiência; e convida os crentes a encontrar em Cristo crucificado a verdadeira sabedoria que conduz à salvação e à vida plena.
O Evangelho apresenta a magna carta do "Reino". Proclama "bem-aventurados" os pobres, os mansos, os que choram, os que procuram cumprir fielmente a vontade de Deus, porque já vivem na lógica do "Reino"; e recomenda aos crentes a misericórdia, a sinceridade de coração, a luta pela paz, a perseverança diante das perseguições: essas são as atitudes que correspondem ao compromisso pelo "Reino".
(Dehonianos)
PARA REFLETIR
• Jesus diz: "felizes os pobres em espírito"; o mundo diz: "felizes vós os que tendes dinheiro - muito dinheiro - e sabeis usá-lo para comprar influências, comodidade, poder, segurança, bem-estar, pois é o dinheiro que faz andar o mundo e nos torna mais poderosos, mais livres e mais felizes". Quem é, realmente, feliz?
• Jesus diz: "felizes os mansos"; o mundo diz: "felizes vós os que respondeis na mesma moeda quando vos provocam, que respondeis à violência com uma violência ainda maior, pois só a linguagem da força é eficaz para lidar com a violência e a injustiça". Quem tem razão?
• Jesus diz: "felizes os que choram"; o mundo diz: "felizes vós os que não tendes motivos para chorar, porque a vossa vida é sempre uma festa, porque vos moveis nas altas esferas da sociedade e tendes tudo para serdes felizes: casa com piscina, carro com telefone e ar condicionado, amigos poderosos, uma conta bancária interessante e um bom emprego arranjado pelo vosso amigo ministro". Onde está a verdadeira felicidade?
• Jesus diz: "felizes os que têm ânsia de cumprir a vontade de Deus"; o mundo diz: "felizes vós os que não dependeis de preconceitos ultrapassados e não acreditais num deus que vos diz o que deveis e não deveis fazer, porque assim sois mais livres". Onde está a verdadeira liberdade, que enche de felicidade o coração?
• Jesus diz: "felizes os que tratam os outros com misericórdia"; o mundo diz: "felizes vós quando desempenhais o vosso papel sem vos deixardes comover pela miséria e pelo sofrimento dos outros, pois quem se comove e tem misericórdia acabará por nunca ser eficaz neste mundo tão competitivo". Qual é o verdadeiro fundamento de uma sociedade mais justa e mais fraterna?
• Jesus diz: "felizes os sinceros de coração"; o mundo diz: "felizes vós quando sabeis mentir e fingir para levar a água ao vosso moinho, pois a verdade e a sinceridade destroem muitas carreiras e esperanças de sucesso". Onde está a verdade?
• Jesus diz: "felizes os que procuram construir a paz entre os homens"; o mundo diz: "felizes vós os que não tendes medo da guerra, da competição, que sois duros e insensíveis, que não tendes medo de lutar contra os outros e sois capazes de os vencer, pois só assim podereis ser homens e mulheres de sucesso". O que é que torna o mundo melhor: a paz ou a guerra?
• Jesus diz: "felizes os que são perseguidos por cumprirem a vontade de Deus"; o mundo diz: "felizes vós os que já entendestes como é mais seguro e mais fácil fazer o jogo dos poderosos e estar sempre de acordo com eles, pois só assim podeis subir na vida e ter êxito na vossa carreira". O que é que nos eleva à vida plena?
(Dehonianos)
PARA REFLETIR A PROPÓSITO DAS BEM-AVENTURANÇAS
Contra os que dizem que já têm tudo porque não lhes falta nada, Jesus prega que falta tudo aos que só possuem coisas. Há uma forma de viver e de ser feliz que não está baseada no que as nossas mãos fazem e tocam, mas em Deus, fonte de todo o bem e de todo o amor.
“um camponês de El Salvador contava um dia: Nós os pobres não podemos confiar senão em Deus. Na cidade, as pessoas têm amigos, influências e apoiam-se entre si para ir em frente. Nós só podemos confiar em Deus. De nós só Deus é que se preocupa.” Dizia-o com toda a simplicidade. Tinha posto toda a sua confiança no Senhor. E a alegria com que vivia a sua situação de pobreza era eloquente.


